Godinho Lopes é um avião sem sistema de navegação. Com um rosto de medo e rápido a caminhar até à saída, afirmou, acabado de chegar ao aeroporto de Lisboa, que nada iria acontecer ao treinador. No dia a seguir, já protegido pelo afastamento físico de quem o contestava no aeroporto, menosprezou a justa contestação e, tal e qual JEB nos últimos tempos da sua miserável e empobrecedora administração, optou por ofender os “30 adeptos”. Mais um dia passado após a contestação, despede o homem que antes tinha garantido permanecer no lugar, supostamente imune ao mau momento. É isto a Linha Roquete: loucura decisorial e desrespeito pelo Sporting e pelos seus adeptos.
"O Sportinguista, em mais de 100 anos de dita escolha, jamais ousou queimar ou detrair o símbolo e a cor que o identificam. Outros, os tais que clamam superioridade moral e identitária, fizeram-no.", dito por pai de Daniel.
Mostrando postagens com marcador Corrupção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Corrupção. Mostrar todas as postagens

7 de março de 2012

Só em Portugal é que o que está fora do campo de futebol consegue valorizar mais um jogador de futebol

A imprensa portuguesa já nos habituou aos seus momentos de escrita lúdica – apontam sempre no sentido pró-Benfica. Alguns ousam considerá-los jornalismo. Para mim, é lixo. Neste país, a imprensa desportiva tem como prática comum valorizar jogadores que, mesmo não sendo maus ou tendo até potencial, não merecem tamanho destaque ou elogio. Ontem, e apenas para não recuar muito tempo, era Gaítan, que o jornal A Bola, órgão noticioso desde sempre servo do Benfica, tentou transformar numa espécie de Di Maria 2, esperançado numa venda que ajudasse o Presidente Vieira a não ser obrigado a dar uma conferência de imprensa a anunciar a obrigatoriedade de desinvestir – austeridade no futebol. Choviam propostas milionárias de 40 milhões de euros (!?!), mas o presidente Vieira, contava-nos a A Bola em manchetes várias, mandava à fava as limitações que o tempo impõe e rejeitava-as.

Os próprios lampiões, já enfadados do benfiquismo excessivo de alguns (a ShitTV granjeia cada vez menos apoio entre os lampiões), trataram de colocar Gaítan no seu sítio: um bom jogador, com qualidades interessantes, importante no Benfica 2011/2012, mas em momento algum o prodígio que a A Bola afirmava ele ser. Ontem, e estando a valorização artifical de Gaítan posta por enquanto de lado (miseráveis exibições em jogos onde os verdadeiramente bons jogadores tendem a demonstrar-se), o alvo é já outro: Nélson Oliveira, cuja qualidade fantástica, dizem os jornais, se encontra corporalizada na fotografia em que o dito jogador marca o golo que inviabilizou a equipa do Zenit de continuar a pensar em apurar-se para a próxima fase. Importa referir, depois de visionado o lance, o que aconteceu: o tal jogador, que momentos antes manifestara a sua incapacidade de jogar em equipa ao não passar a bola a um jogador totalmente livre de marcação, apenas marcou o golo por interferência do defesa, cujo corpo faz saltar a bola por cima do guarda-redes do Zenit. Técnica na execução? Só a do defesa, que em queda consegue passar a bola por cima do seu próprio guarda-redes? Prodígio? Só o defesa, que sem intenção conseguiu facilitar um golo a um avançado que rematou sem grande execução técnica a bola.

E aproveito para, de acordo com a verdade do que aconteceu, reescrever a pequena nota disponível na capa de hoje do jornal Record: Jovem avançado só precisou de 13 minutos para ficar na história: estreou-se na Europa e marcou. Aqui fica a versão do que de facto aconteceu: Jovem avançado só precisou de 13 minutos e de um defesa adversário para ficar, com vital contribuição deste último, na história: estreou-se na Europa e foi ajudado por um defesa-adversário a marcar um golo. Verdade, 1; Propaganda pró-Benfica, 0.

Este adversário é tão complicado de derrotar quanto outro qualquer. A propaganda não é apenas uma ferramenta utilizada por políticos ou partidos ou ideologias, é também utilizada por quem pretende transformar A em B, seja em futebol, aqui o desporto referido, ou em outro qualquer assunto cuja verdade é lesiva a quem de direito. Quando o Benfica está mal, o jornal A Bola, principalmente, saca de entrevistas motivadoras e factos positivos. Quando o Porto está mal, o jornal O Jogo critica o Benfica utilizando palavras de Pinto da Costa. Quando o Sporting está mal, tanto A Bola como o Record se unem em noticiar, mesmo que mal e servindo-se sempre dos mesmos comentadores (os ditos “notáveis), os problemas do Sporting, problemas esses que existem também nos outros clubes – consequências da ausência de semi-auditorias semi-independentes sobre os estados financeiros de Porto e Benfica.

Como deve comportar-se o comum Sportinguista (o mais importante, porque é o que está em maioria, e não o “notável”) perante tão grotesca e enviesada ameaça, que no entanto não é recente? Deve, quando chamado a falar sobre futebol, defender o seu clube. E não deve dar nem um cêntimo do seu precioso dinheiro a estes trafulhas que se consideram jornalistas. Eu também escrevo umas quantas coisitas, posso também considerar-me jornalista? Posso? Bacano. Mas não quero. Dispenso.

A publicidade do Sporting ao jogo frente ao Manchester City merece, pela sua qualidade, ser positivamente referida, mas falta o resto, a começar pelos preços dos bilhetes – que corresponde a uma parte substancial da decisão de ir ou não ver o jogo. Alguém da SAD do Sporting desconhece a crise que assola o bolso dos portugueses? E a outra crise, a relacionada com o futebol podre e pobre que a equipa do Sporting actualmente apresenta? Só boa publicidade não chega. Aliás, em futebol, um desporto que vive da emoção de quem apoia um clube, boa publicidade é até deveras irrelevante.

EM FRENTE, SPORTING! CORAGEM, SPORTINGUISTAS!

2 de março de 2012

O jornal Público pergunta, eu respondo

Depois de um ano de trabalho e análise, o PÚBLICO vai sair para a rua com um novo grafismo no dia 5 de Março. E perguntará o leitor: porquê redesenhar o jornal outra vez?”

Porque não vendem um peido? Porque quem vos financia começa a olhar de lado para o tal “projecto inovador”? Porque chegaram à conclusão que fabricar notícias não aumenta a tiragem?

28 de janeiro de 2012

Bipolaridades típicas do nosso futebol

De forma sucinta: quando o Sporting derrotou, de forma justa!, o Feirense, o treinador deste último, mais um ou outro jogador, assim como o presidente, reclamou contra a arbitragem da partida, opinando – erradamente! – que tinha sido prejudicado e que o resultado final, por consequência, teria sido adulterado em favor do Sporting Clube de Portugal. Não querendo recordar todos os momentos dessa mesma partida, disputada num estádio de Aveiro repleto de Sportinguistas, a memória que tenho dessa mesma arbitragem recorda-me que o mais prejudicado foi o Sporting.

Há momentos, terminado o jogo entre o Feirense e o Benfica, entro no Fórum SCP para saber novas sobre o meu clube, sobre futebol internacional, etc., quando leio que o Benfica foi, mais uma entre centenas de outras vezes, beneficiado. Não sendo necessário aqui enumerar os lances que empurraram o clube vermelho até a vitória ser conseguida, leio também que o treinador do Feirense, após esta recentemente terminada partida, nem piou sobre a arbitragem. Estranho, quando agora teria toda a razão para o fazer.

Futebol bipolar, treinadores manhosos, arbitragem do costume, de merdas vermelha e azul.

Hoje, o Sporting alcançou uma importante vitória, embora perturbada pelos habituais momentos de desatenção da equipa, frente ao Água Santas, a surpresa positiva da presente edição do campeonato nacional de Andebol.

Adenda: li que o “King” fez anos. Que eu saiba, o Rei, pelo menos o verdadeiro e legítimo, nasceu no dia 18 de Março. O genuíno Rei, claro está, não o aldrabado e mentiroso e alcoólico que muitas vezes tem sido falado nestes últimos dias.

Esta bajulação da treta mete nojo. Falando verdade, factor que escapa a quem presta uma patética adulação ao “Kingue”, o Cristiano Ronaldo é já um jogador bem mais importante que o “Kingue”.

Aqui, em Inglaterra (sendo específico, já me encontro em Portugal para ver ao vivo o SCP, regressando na segunda-feira ao Reino Unido), quem pretende reagir a um acontecimento com que discorda, principalmente quando o faz em bares e rodeado de muita cerveja e amigos já bem regados, utiliza uma espécie de mecanismo: Fuck…o “Kingue”.

Termino assim: Viva o Sporting Clube de Portugal e o Rei Peyroteo, o Genuíno.

6 de janeiro de 2012

Sportinguistas, uni-vos contra a campanha infame do pasquim Público

O jornal Público, um projecto iniciado pelo empresário Belmiro de Azevedo (Sonae, Continente) com o objectivo de oferecer a este país jornalismo de referência, prestou-se a caluniar o Sporting Clube de Portugal, fabricando uma interpretação que só a mente mais maliciosa consegue aceitar – maliciosa, sem dúvida, e portista, um dia antes do clube das putas e dos subornos se deslocar ao Estádio de Alvalade.

Uma imagem como muitas outras, nada de mal se percebe nela, na qual um Sportinguista aparece de cara tapada (quando este jornal noticiava os tumultos que assolaram Londres no verão passado, não me lembro de ler o jornal considerar aqueles jovens como sendo seja o que for, e o mesmo em relação aos confrontos na Grécia) e os outros de braços esticados, gesto que o jornal Público interpreta – ridículo - como sendo a saudação fascista.

A ignorância grassa, isso sim, multiplica-se por um jornal que enfrenta, como o restante país, uma crise de vendas que, se não for ultrapassada nos próximos tempos, provocará o seu fim. Portanto, sendo esta a única razão que justifique, e mesmo o faz mal, tão criativa pose jornalística, parece-me que o fim do Público, um jornal que vive em subvenção há muito tempo, se aproxima a cada dia que passa.

A instituição Sporting Clube de Portugal não pode permitir-se a ser ofendida por tão reles exercício que se julga considerar jornalismo. Espero eu poder saber quais são as “poses agressivas que desafiam os seguranças” e perceber como é que um gesto tão comum nas bancadas de futebol, de braços abertos, é pelo Público considerado um gesto fascista.

Não é só este monte de papel que acredita nas suas próprias fabricações, como muitos outros, também eles ignorantes, pensam o mesmo, escrevendo, sob o manto da moralidade, que o Sporting vai por caminhos maus.

Quando é que o Público planeia fazer uma reportagem sobre os seguintes temas:

a) prostitutas pagas por Pinto da Costa;

b) os árbitros que admitiram contactos do Porto;

c) a relação promíscua entre a claque do Porto, através de elementos envolvidos em organizações criminosas, e a administração do Porto;

d) a negociata vergonhosa entre um ex-Presidente da Câmara Municipal do Porto, então em funções, e o clube da região;

e) o apetite insaciável do presidente Pinto da Costa por prostitutas e bares de alterne;

Ficaremos então à espera. Para sempre, creio.

28 de dezembro de 2011

Dia 7 próximo, a Honestidade enfrentará a Corrupção (parte dela apenas)

Pois é, meus amigos Sportinguistas. Está quase. Às 20h15 do dia 7 a bola será pontapeada de um lado para o outro, e esperamos nós que a eficácia maior, quando chegado o momento de comentar o jogo e meditar sobre o que e como tudo aconteceu, acabe por ser atribuída ao nosso clube.

O jogo por que aguardo, quase de forma doentia, há muito está ao virar da esquina. As dimensões das rivalidades entre nós e Benfica e o Porto, sobre qual será a mais importante, já motivou, é certo, muito debate, muita confusão, muito argumento, muitos dados, informações, factos, recordações, pelo que não é imprudente reflectir um pouco sobre as mesmas.

Historicamente, o Benfica é o mais importante rival do nosso clube. É natural que a rivalidade entre o Sporting Clube de Portugal e o bando vermelho assim seja dada a conhecer. A rivalidade em questão supera a cidade que alberga os recintos de ambos os clubes. É uma rivalidade de Portugal, dos portugueses. É uma rivalidade que tem tanto de importante quanto toda a história do futebol português. É impossível dissociar o futebol nacional, desde o momento em que a competição se tornou oficial, da rivalidade vivenciada entre o SCP e agremiação que veste de encarnado e cujo estádio há muito suspira pela conclusão da sua construção.

Importa perguntar o seguinte: por ser a principal rivalidade experimentada em solo português, significará portanto que o jogo em questão será sempre, emocional e desportivamente, superior a qualquer outro? Claro que não. Quando, na feliz época de 1999/2000, o Sporting venceu o campeonato nacional, o Porto, considerava então eu, era o principal rival do Sporting. Assim o era porque era o Porto, na altura, o clube mais forte e apto, por variados motivos, a vencer o campeonato, e a lógica nos diz, e raramente ela falha, que é preciso conseguir derrotar o mais forte para se vencer um troféu.

É significativo saber e querer discernir a diferença entre rivalidade histórica, que para sempre existirá e que por vários motivos será sempre importante, e rivalidade do momento, no qual, por culpa das circunstâncias que podem definir um dado estágio da época (um problema entre adeptos, uma afirmação obscena de um dirigente, etc.), um clube considerado por muitos como um outro qualquer merece, da nossa parte, Sportinguistas, uma especial atenção. Negativa, claro está, e podemos muito bem recordar o Nacional da Madeira, por culpa do seu lúdico presidente que um dia julgou, certamente por razões de excesso de consumo de álcool e por interferência de substâncias que o código da Estrada nos dá a conhecer como “psicotrópicas”, que o clube a que preside, uma instituição que não é mais do que local, quase como uma daquelas associações de reformados, competia pelos mesmos objectivos que o nosso, o centenário Sporting Clube de Portugal, desde 1906, a data da sua fundação, a instituição desportiva de Portugal mais galardoada.

Regressando então ao Porto e à época 1999/2000, utilizo esta última campanha desportiva como exemplo de uma outra rivalidade que, pelas variáveis que mencionei em anterior paragrafo, supera a rivalidade histórica entre Sporting e corja vermelha. Nesse ano, lembro-me perfeitamente de como encarava cada jogo próximo do Sporting como se minha própria vida estivesse em jogo e fazia sempre questão de, num rádio antigo, ouvir uma cassete que me cantarolava, na linda voz da belíssima Maria José Valério, a marcha do Sporting e muitos outros cânticos que na altura me suavizavam um espírito que queria por tudo ver o SCP terminar o campeonato em primeiro lugar, derrotar o Porto era o sinal de que o Sporting era de facto, e assim acabou por ser, o clube mais forte. Garanto-vos que nunca, seja em que momento for, incluindo as idas à casa de banho, pensei no Benfica. Era o Porto o clube que a minha mente mais queria ver derrotado pelo Sporting. O Porto e só o Porto. O Pinto da Costa. O Secretário, que importa referir a soberba assistência para Acosta. Vítor Baía, eterno arrogante que julgou sempre ser um Deus entre os postes. E, novamente, Pinto da Costa. Sim, Pinto da Costa, talvez o rosto do futebol português que mais abomino.

Sobre a figura Pinto da Costa, publicarei neste blogue, num dia próximo do evento que colocará o seu regional clube defronte do Enorme Sporting Clube de Portugal, uma novella, a ser escrita nos próximos dias, que retrata uma figura próxima, em personalidade e comportamento, de PC, e só não é uma biografia não-oficial por motivos jurídicos, não vá o homem decidir dar trabalho a um conjunto de homens, advogados, por quem paga muitos euros todos os meses.

Toca a comprar bilhetes! O dever é único e impossível de deixar ser esquecido ou adiado: apoiar o Sporting Clube de Portugal.

3 de dezembro de 2011

O que merece ser debatido não o é, como isto:

Que atitude tão apropriada a elementos daquele clube!

Após o jogo do derby ter terminado e muitos se terem proposto a fazerem o papel de virgens ofendidas, criticando os adeptos do Sporting, eu escrevi muito sobre o assunto em questão tendo sempre em mente que o Benfica viria a Alvalade para disputar os quartos-de-final da Taça de Portugal.

No entanto, era apenas o coração a falar, o ardente desejo de poder receber em Alvalade a lampionagem, porque a realidade, logo após o resultado do sorteio ter sido divulgado, opinei-a eu:

Depois de eliminarmos o Belenenses, vamos jogar com o Marítimo.”

Sobre o jogo acima referido, não há muito a dizer. Resultado natural. Horas após terminar a partida encontrei-me com um amigo meu que é benfiquista ferrenho. Somos amigos desde há muito, andámos, desde o 5º ano, sempre na mesma escola, na mesma turma. Ele é benfiquista, eu sou Sportinguista. Adormeci 1 hora antes do jogo ter começado, pelo que não consegui ver uma partida que eu augurava que o Marítimo vencesse.

- Então, pá, foram pó caralho, né? – disse eu ao meu amigo.

- Não comeces. Nunca temos sorte nos sorteios. – respondeu-me ele.

- Nunca tens sorte? Mas estás a brincar comigo ou quê? Vocês são uns cagões do caralho!

- Pá…deixa-te de merdas…o Jesus é um burro do caralho, o chuta-chuta é um atrasado mental, o Aimar é o único que sabe jogar…

Ouvindo a insatisfação que sempre se instala num corpo benfiquista quando o presente corre um pouco mal, decidi interromper o meu grande amigo:

- O quê, são todos uma merda agora? – disse-lhe eu.

- E fomos roubados! – quase que gritou ele.

Nem continuei aquela curta troca de opiniões sobre o jogo. Peço desculpa pelos impropérios, mas entre amigos de longa data não há códigos de linguagem simpática. Sobre o roubo que ele referiu, eu nada podia dizer porque não vi o jogo. Só há momentos consegui ver os golos. Vi também a simulação daquele jogador espanhol contratado à equipa de reservas do Barcelona. Fico-me por aqui.

Com o Benfica fora da Taça e o Porto eliminado na ronda anterior, o favoritismo do Sporting, já considerável por força dos resultados e das exibições realizadas, é ainda superior. Somos agora o clube mais capaz de conquistar a Taça de Portugal, de movimentar a falange leonina, a melhor, até ao Jamor e de lá fazer uma festa como aquela que só nós sabemos fazer. É obrigatório seguir em frente e ir eliminando todo e qualquer clube que nos for sorteado, independentemente do estádio. Existem ainda clubes que nos podem colocar desafios consideráveis, como a Académica, e até o próprio Marítimo, mas o Sporting, este ano dotado de um treinador e equipa competentes, tem o dever histórico de passar todas as eliminatórias até ao dia em que o estádio a jogar for o Jamor, importante recinto que diz muito ao futebol nacional.

O director de comunicação do Benfica, uma figura que se achou no direito de se propagandear pelas piores razões possíveis, referiu que, para o jogo da Taça de Portugal que, acreditava ele, oporia o Sporting ao Benfica, o clube dele iria requisitar 40.000 bilhetes. Bem, o mais fácil e lógico seria mandá-lo para o Benfica (merda), mas não caminhemos por caminhos tão brejeiros. Será que o homem, agora fora da competição, quer ainda 40.000 bilhetes? Eu jamais me disporia a enviar para aqueles lados 40.000 bilhetes, um número que serve propósitos meramente noticiosos, mas disponho-me a defender a ideia de abrir o fosso para os adeptos vermelhos e atirá-los todos para lá. Caberão uns quantos milhares, não?

Mas devo admitir que estou um pouco triste com a eliminação do Benfica. Como Sportinguista, anseio jogar e derrotar os melhores, e obviamente que nada seria mais saboroso do que receber o eterno rival em Alvalade e dar-lhe, literalmente, no estádio e nas imediações, um valente pontapé na peida, recambiando-o para a pocilga todo dorido e a lacrimejar. Tenho ainda uns quantos desejos por realizar nesta época, mas farei referência a eles mais tarde. Penso que muitos Sportinguistas partilharão deles.

Regressando ao vídeo e à polémica sobre o clássico dos clássicos português, ficaremos então à espera que este momento feio e as atitudes nele contidas sejam debatidas em local próprio, como nos fóruns de desporto, jornais desportivos, etc., procurando diversificar um pouco o tema e o alvo do debate que até agora tem sido congeminado: criticar o Sporting e os seus adeptos e ilibando um clube cuja colecção de atitudes anti-desportivas sobram e chegam para décadas vindouras.

Segunda-Feira, não propriamente o dia ou a hora mais apropriadas para um jogo de futebol, o nosso Sporting vai receber o Belenenses. Marquemos presença! Conquistemos a vitória!

27 de novembro de 2011

O adepto leonino não é como os outros: não tem, porque o invejam e o odeiam, direitos

Antes de pensar escrever sobre o jogo e sobre o que aconteceu dentro do recinto, prefiro debruçar-me, embora brevemente, sobre tudo o que precede a partida em si, ou seja, o momento em que os adeptos do Sporting, mais de 3500, esperam para poder entrar no recinto desportivo do rival e ver a equipa do Sporting.

Não é preciso escrever muito sobre a forma como se desenrola a entrada de adeptos leoninos naquele estádio, preferindo eu resumir tudo da seguinte forma: deve violar uns quantos artigos dos Direitos Universais do Homem.

O irritante é que o contrário nunca acontece. Quando adeptos do Porto se deslocam a Alvalade, a polícia impede os adeptos da casa de se deslocarem livremente ao longo do estádio, e abrindo caminho para os visitantes, na maior das simpatias que em contrário nunca acontecem, entrarem e poderem ver a partida desde o minuto inicial. Em situação oposta, nada semelhante acontece. Nas idas à Luz, milhares e milhares de Sportinguistas ficam confinados, desumanamente, a espaços reduzidíssimos, uns em cima dos outros, às vezes obrigados a encolher a barriga e a colocar os braços no ar, quase 1 hora em tão ofensiva postura, e por vezes a solução, apenas para ganhar tempo, é chamar uns quantos nomes aos cães de capacete azul e de colete amarelo que regulam todo o processo, isto tudo enquanto poucas dezenas de lampiões de merda andam a passear no local por onde os Sportinguistas acedem ao estádio.

Basta desta pouca vergonha que nem em países do terceiro mundo ocorre! Metam a jaula, a caixa, seja lá o que chamam àquilo, no cu, que mais não faz do que antagonizar os adeptos visitantes.

Quando o Benfica se deslocar a Alvalade para disputar – e perder – a eliminatória de então da Taça de Portugal, tratemos os lampiões como eles nos tratam a nós. Só entram em Alvalade depois de todos os Sportinguistas estarem dentro da sua casa, o Estádio de Alvalade.

Estes homens de capacete azul e de bastão na mão são uma vergonha para a profissão, nem homens em si são, pois não se coíbem de bater em mulheres de alguma idade, como aconteceu aconteceu à saída do estádio, agridem adeptos de costas voltadas, empurrados pelos que atrás se encontram animalmente comprimidos.

Mas algo de positivo ontem aconteceu em tudo o diz respeito a como se procedem as entradas naquele estádio: os directores do Sporting, que rejeitaram o convite da direcção do rival para se sentarem no camarote, puderam apreciar a pouca vergonha que define a vida de um adepto do Sporting que paga vários euros para ir apoiar o seu clube – ontem, só se fez ouvir uma classe de adeptos, a nossa, e reduzimos os lampiões aos seu verdadeiro estatuto: súbditos, por genética, do poder leonino – e que acaba agredido, tratado como um animal, desprovido de direitos que lhe são conferidos pelos regulamentos da Liga.

É justo um blogue leonino ajudar, por força das palavras, a criar um ambiente de violência, de medo? Não é, mas ainda se não possuir razões que o ajudem a legitimar, mas eu espero, porque a nós nos é justo pedi-lo, que os Sportinguistas saibam, quando o clube vermelho vier jogar connosco a Alvalade, aterrorizar tudo o que não seja do Sporting, pois é a única resposta possível a tão injusto e cruel tratamento. É em cima deles, rapinar tudo o que não for verde, esperar pelo bando vermelho e atirar-lhe pedras, garrafas, tochas e petardos em cima.

Um dirigente daquele clube de labregos e de bêbados, após o jogo de ontem e chamado a dar opinião sobre a caixa de segurança, disse o que disse, outra pouca vergonha em palavras cuja exactidão, por este blogue ser Sportinguistas, não pode nunca ser aqui transcrita.

Sportinguistas, em cima deles!

10 de novembro de 2011

Deixando de lado o fiasco de hoje, importa recordar a liga na qual o Sporting é campeão há décadas consecutivas

Via o blogue Sportinguista “Mercado Leonino”, que pode ser acedido através deste link, percebe-se a razão pela qual o Sporting não é hoje, dia 11 de Novembro, líder isolado do campeonato nacional, não com 1 ponto de vantagem, mas com 4 preciosos pontos que hoje não são uma realidade porque outros, sempre os habituais, o impediram.

Portanto, embora nada que não soubéssemos, a verdade, como o Sporting, é a grande derrotada em todas as competições que incluam o Benfica e o Porto.

3 de outubro de 2011

Sobre ontem….

Com a Paixão habitual, aquele toquezinho romântico de decisões estranhas às regras básicas do futebol, o árbitro, esse tão fulcral personagem em jogos do Sporting Clube de Portugal, tentou, e muito cedo na partida, capitular o clube ao expulsar o melhor médio defensivo do campeonato português, inequívoco facto baseado na qualidade do jogador, o incansável Fito Rinaudo, que cedo os Sportinguistas afirmaram ir ser vítima garantida do homem do apito, o monstro que junto ao peito tem as insígnias da FIFA, uma organização cuja seriedade não é a característica mais presente, bem pelo contrário. O rudimentar aspecto, mental e físico, de quem gere a FPF, homens velhos com interesses e donos velhos, tem paralelo na FIFA, que assim se compreende estar no peito de árbitros como o de ontem – o lote de “internacionais” compreende outros como o Olegário, esse também uma espécie muito peculiar de árbitro português.

A equipa recebeu de peito aberto o acto vingativo do corrupto Bruno Paixão, de cognome O Merdas, ou então o Baby Face Bitch, que há anos contamina o futebol português com a sua gritante falta de qualidade, e conseguiu levar de vencida o Vitória de Guimarães, clube de complicada deslocação a clubes que almejam conquistar o título. A dificuldade por nós encontrada, ontem, não se ficou pelo vértice meramente desportivo, ou melhor, por motivos relacionados com a qualidade do adversário (que, permitam-me, é deveras banal e tem toda a sua qualidade, pouca, sustentada na capacidade de passe de um jogador que outrora foi impedido de jogar por “aditivos” ilegais) mas, habitual, pela constante tentativa de sabotagem do jogo e do objectivo, vencer a partida, sendo o sabotador sempre o mesmo rosto, o árbitro.

Este campeonato, como outros antes, tem sido um hino ao futebol português. Sim, um hino ao futebol português. Porquê? Simples de explicar. Como podemos definir os campeonatos portugueses? Decisões absurdas, cuja justificação racional pode, apenas, ser explicada por pedidos feitos anteriormente aos jogos em questão. Mérito em campo é algo que há muito, desde a já muito distante época 2001/2002 (naturalmente, o nosso sagrou-se campeão nacional nessa bonita, feliz época), rareia neste país. Não só em futebol, como em toda outra competição que inclua ora o clube de vermelho, ora o clube de azul. Comum costuma ser o prejudicado, o grande Sporting Clube de Portugal, cujo sucesso recente, em campo e nas bancadas, tem provocado demasiadas idas à casa de banho a quem se diz apoiante de vermelho ou azul…ou preto.

Já em terras de Sua Majestade, chegado há poucas horas, marquei, ontem, fazendo apenas o meu dever, presença em Guimarães. Poucas palavras, pressionando poucas vezes as teclas deste meu teclado, para descrever a presença leonina em Guimarães: avassaladora. Única. Milhares de adeptos do Sporting presentes.

Dentro de duas semanas, o Sporting regressará ao nível que o define desde que nasceu, em 1906: dominador, naturalmente ganhador. Portanto, duas semanas de tranquilidade emocional (e intestinal) para vermelhos, azuis e pretos. Não há que negar que o campeonato presente oferece adversários interessantes, como o Braga ou o Marítimo, mas o principal veste de preto, tem um apito como ferramenta principal de trabalho, é conhecido adulador de ofertas extra-trabalho, como prostituas, chocolates e móveis, e está motivado em afastar-nos dos vários locais de festa, que esperamos encher em Maio.

Restam ainda, nas mentes de quem vê futebol em Portugal, dúvidas de quem é diferente, para melhor? Depois de anos de péssima prestação desportiva, financeira e institucional, com muitos divagando sobre o hipotético – um mero desejo, nada mais – fim do Sporting, o Sporting, e por consequência o adepto Sportinguista, renasce, cria ambientes únicos em Portugal – qual inferno vermelho, qual bordel azul –, dá uma ajuda à equipa que apoia e, assim, comanda o respeito e receio de todos. Mais: numa cidade que muitos afirmam ser dominada pelo Guimarães, com todos os outros clubes cingidos a raros sobreviventes, o Sporting Clube de Portugal reuniu, numa iniciativa de soberba importância, 400 jovens, no Tour do Leão. E é assim o Sporting: clube de milhões de pessoas. O Sportinguista, não só em Portugal como em todos os locais preenchidos por portugueses, é como a famosa pedra da calçada: está em todo o lado e em números de respeito. E é também resistente!

Em relação a outros desportos praticados pelo mais galardoado clube português, a equipa de andebol do Sporting venceu o Madeira SAD, uma vitória importante, assim como a equipa de futsal, que na semana passada não conseguiu, indo contra o que seria normal e expectável, vencer o bi-derrotado, venceu a renovada equipa do Belenenses, no campo do adversário. E é assim este clube: vitorioso.

Força Sporting Clube de Portugal. E o Sporting é nosso grande amor.

ps – interessante, muito, a imagem que o blogue O Cacifo do Paulinho publica, assim como a interpretação que daí tem origem. Lindo! Certamente, como bem escreve o autor da dita crónica, que a vitória tem um sabor…mais apaixonante.

10 de setembro de 2011

Viva a Aliança…

Depois do que há momentos se passou num dito jogo da presente jornada do campeonato nacional, sim, parece-me que a tal Aliança deve ir em frente. Sim, porque o clube da corrupção, de acordo com os defensores da Aliança, incluindo, para nojice de identificação, alguns “sportinguistas”, é só um e está sediado numa cidade longe de Lisboa, a cidade que costuma ser identificada como a segunda mais importante de Portugal.

Tenham vergonha, burros! A ingenuidade de alguns “sportinguistas” aterra-me!

A máfia do futebol em Portugal tem duas cores, vermelho e azul, não apenas azul.

Não a uma aliança com azuis ou vermelhos, mas com quem pretende um futebol honesto. O campeonato nacional tem mais clubes, por que não optar por trabalhar com os restantes clubes da I divisão? Ou qualquer atitude passível de ser tomada pelo clube se cinge ao Sujo (Benfica) ou à Nódoa (Porto)?

Antes na cova do que aliar-me a clubes que representam tudo o que vai contra a identidade do meu clube! Para mafiosos e corruptos já bastam os que, eleitos pelos associados do clube, enterraram o Sporting Clube de Portugal em dívidas e constantes decisões absurdas que vêm menorizando uma instituição de prestígio faraónico…ainda, porque conseguir tornar este poderoso clube num grupo menor, definitivamente, é, goste-se ou não, impossível – mas um trabalho excepcionalmente asqueroso tem sido feito há anos.

Mais complicado do que ser eleito presidente e ser responsável por conquistar 80% de todos os troféus de um clube, e esse personagem é maior que o clube em si, ou seja, o trabalho feito por um dirigente que é conhecido, entre outros aspectos, por ser um apreciador de prostitutas e casas de alterne, é tornar o Sporting num clube de dimensão regional, limitado à cidade de Lisboa e incapaz de competir pelo campeonato nacional – se estudada a última informação financeira divulgada pela SAD, o resultado que advém do rácio produtividade-investimento é tão mau que faria corar de vergonha o já falecido Kenneth Lay.

Sporting? Sempre!

Jamais ponderar, nem sob efeito de drogas, alianças com instituições desportivas que têm caminhado lado a lado com os grandes casos dúbios do futebol português. Quem ajudou a construir este clube, de dirigente capaz a jogador de garra a adepto incansável, não merece tão vil desconsideração.

22 de agosto de 2011

Um campeonato, que conta apenas duas jornadas, que homenageia a obra a “Metamorfose” de Kafka

Ora vejamos:

Em apenas duas jornadas, o Porto tem 4 pontos a mais, o Benfica tem 3 pontos a mais, e o Sporting tem 2 pontos a menos.

Campeonato mutante. O Olhanense, apenas para fornecer um exemplo, que há minutos empatava com o Setúbal a 2 bolas, marca o golo do empate através de um jogador que devia ter sido expulso em Alvalade após brutalmente pontapear a jovem estrela Diego Rubio. É o desporto chamado “futebol”, um desporto que, enquanto permanecer intocável o obsceno poder exercido pelo árbitro, é escandalosamente manipulado por homens que não os que jogam à bola.

Estes factos – sim, são factos! – não desculpam a falta de futebol do Sporting, mas nem todos os campeões nacionais vencem todos os jogos de forma evidente, merecida. Que seja a falta de qualidade ou de sorte a concluir uma partida de futebol, e não um árbitro.

Não só o Sporting é roubado, como os seus adversários, sempre os mesmos, eternas personagens em sórdidas escutas telefónicas, são empurrados para a vitória, ou então contra a derrota. É uma espécie de sanduíche do apito: roubar o rival e ajudar o que pede, o que exige a ajuda. Numa jornada, os árbitros “comercializam” 6 pontos, 3 pontos a favor do clube corrupto, que neste país se identifica através de dois clubes, os vermelhos sujos e os azuis bafientos, e 3 pontos sonegados ao rival, o verde honesto.

Os árbitros portugueses, ralé de apito, transformam 3 pontos em 1, uma vitória numa derrota, uma derrota num empate (por falta de tempo, senão…), um golo limpo num fora de jogo, uma entrada grosseira num lance comum, etc.

20 de agosto de 2011

Sportinguistas, toca a marchar contra os vis deste desporto!!

Toda a corja que identifica a arbitragem portuguesa se encontra unida contra o mais justo e honesto dos clubes portugueses, o Sporting Clube de Portugal, clube que em momento algum procurou beneficiar ilegalmente de ajudas de arbitragem. Clube que não marca presença central em escutas nojentas, em pedidos de favores, em encomendas de prostitutas ou ofertas de chocolates ou móveis.

É compreensível que a infame arbitragem portuguesa apenas se preste a defrontar o Sporting Clube de Portugal, instituição que nada lhes oferece, ou ofereceu ou oferecerá, em troca de determinados favores – eliminar golos limpos do Sporting, por exemplo, ou congeminar penalties, muitos, para que a vitória surja mais facilmente, entre vários outros casos tão básicos e recorrentes. Defrontar o Benfica ou o Porto, nem pensar, claro, porque fazê-lo, além de ser uma atitude honesta, o que quem apita o futebol português não é nem jamais será, seria atacar a mão que muito lhes oferece todos os anos: prostitutas, chocolates Marca Continente, aquela última versão de estante comercializada na IKEA.

Mas não é este o único grupo profissional que, não sendo suficiente indrominar os resultados que envolvem o grandioso Sporting Clube de Portugal, também agora parecem querer ir mais longe, levar a afronta para outro nível. Também alguns jornalistas começam a insurgir-se contra o Sporting escrevendo “artigos” exigindo, veja-se o desplante destes miseráveis, um pedido de desculpas ao presidente do Sporting Clube de Portugal, para bem ou para o mal o máximo representante da mais vitoriosa instituição desportiva de Portugal – só um grupo de adeptos tem legitimidade ou autorização para criticar o presidente do Sporting: os Sportinguistas, sócios ou adeptos. Os outros devem condenar-se ao silêncio.

Este homem, que mensalmente recebe um valor monetário porque se considera jornalista, quando na realidade é um vomitador de anti-Sportinguismo, e que tem um nariz que se assemelha perfeitamente ao túnel do acelerador de partículas do CERN, é o primeiro a dar a cara em favor do Anti-Sportinguismo de que muitos auto-intitulados “jornalistas” defendem e exprimem diariamente.

Eu entendo-vos, jornalistas reles deste país. Eu compreendo a frustração que define e molda as vossas vidas vazias, infelizes, a forma como chegam a casa e choram incessantemente na cama, no sofá, ou então sentados na sanita a defecarem o lampião ou o tripeiro que existe dentro de vós, que vos identifica claramente como seres inferiores. Nem todos podem admitir viver sob a luz mágica do Sportinguismo.

Começou a guerra! Todos unidos! Iremos onde for preciso para calar definitivamente este grupo soez de indivíduos!

Podemos, nós, Sportinguistas, não estar de acordo em relação ao presidente, ao Postiga, ao Djálo, ao Fundo de Jogadores, mas somos todos parte, e ainda bem que assim o é, da família Sportinguista!

Pelo Sporting, Sempre! Não é momento de vacilar, de timidez, mas de lutar bravamente pelo Sporting, pois o clube, o nosso adorado clube, merece-o!

14 de agosto de 2011

Os três rivais do Sporting: APAF, Porto e Benfica

No passado Sábado, num estádio de Alvalade bem composto e ávido de apoiar a equipa do Sporting Clube de Portugal, a ladroagem apoderou-se de um jogo que o Sporting dominava evidentemente, sabotando as oportunidades de o Sporting conquistar os, analisando a qualidade demonstrada durante a partida, merecidos 3 pontos – não é de surpreender que o fiscal de linha ladrão é o mesmo do miserável jogo da final da Taça da Liga. Sim, precisamente o tal no qual a arbitragem sentiu a necessidade de criar uma grande penalidade. São sempre as mesmas personagens. Uma questão, apenas por curiosidade: existe na Europa um país que conhece tão bem os seus árbitros e auxiliares como Portugal?

Como Sportinguista orgulhoso, portanto adepto de um clube que rejeita conquistar títulos com ajudas de terceiros, e aqui domina a sempre corrupta arbitragem portuguesa, super-poder do futebol português que permanece em evidência ao empurrar determinados clubes para a vitória e outros para a derrota, é verdade que um jogador do Sporting devia ter sido admoestado com o cartão vermelho, Jeffrén, após uma entrada muito dura sobre um jogador do Olhanense. Sportinguista é um adepto que vê a verdade, fala a a verdade, defende a verdade.

No entanto, esquecendo pormenores de índole táctica, que são importantes, é verdade, porque entrar em campo com Djálo e Hélder Postiga é forçar a equipa a jogar com apenas 9 jogadores, quando do outro lado se prevê defrontar um conjunto de, não 11 jogadores, como mandam as regras deste desporto, mas 14, o que torna ainda mais penosa a missão do nosso Sporting, a arbitragem, cujo trio foi liderado por Carlos Xistra, apoderou-se do jogo e eliminou um golo ao Sporting Clube de Portugal, mais grave ainda sabendo que esse mesmo golo seria atribuído a Hélder Postiga, avançado(?) que luta por conseguir, com a camisola do nosso, enfiar a bola dentro da baliza.

Não se percebe também como é que Carlos Xistra não expulsa um jogador do Olhanense após este barbaramente pontapear Diego Rubio, lance que ocorreu a poucos metros do árbitro, aos 83 minutos, quase 10 minutos após o Sporting, e merecidamente, empatar a partida.

Um dia antes deste jogo, e em situação transversalmente contrária, o Benfica aponta o seu primeiro golo em fora-de-jogo. Ou seja, e para concluir, porque escrever sobre estes aspectos nojentos do futebol português ameaça-se tornar um exercício regular, dado que o Sporting é a principal vítima de uma máfia liderada por Benfica e Porto, com ambos os seus presidentes apanhados em escutas pouco abonatórias a uma postura íntegra que deve ser assumida por instituições desportivas de dimensão considerável, o seguinte aconteceu: o Benfica inicia o campeonato com 1 ponto graças à ajuda do fiscal, enquanto que ao Sporting são rapinados 2 pontos porque o fiscal de linha da nossa partida não permitiu que um golo perfeitamente legal acontecesse.

E hoje, veja-se a “surpresa”, o Porto derrota o Guimarães com um penalty duvidoso assinalado aos 46 minutos da primeira parte, isto é, 1 minuto para lá do tempo regulamentar. O árbitro, eterno pulha, foi Olegário Benquerença, rosto conhecido dos Sportinguistas. Árbitro tão incompetente que o seu último nome ameaça poder tornar-se num adjectivo: “benquerençar” os jogos.

Conclusão desta triste, mas inteiramente expectável, história: o Benfica tem 1 ponto quando devia ter 0; o Sporting tem 1 ponto quando devia ter 3; e o Porto tem três pontos quando devia ter 1. Grande prejudicado: o Sporting Clube de Portugal, o normal alvo.

Sinceramente, admito não saber o que pode o Sporting fazer para que esta bandalheira se dê por terminada. Nesse dia, que por mim será encarado como uma festa, o Sporting entrará em campo com as mesmas possibilidades de um qualquer concorrente seu. Por enquanto, é complicado vislumbrar esse dia, que tarda em acontecer.

No ano passado, importa referir o paralelo de acontecimentos entre o começo desta época e o da época passada, também o Porto necessitou de uma ajuda para derrotar a Naval. Enquanto a arbitragem prestava a este nojento clube a ajuda que ele necessitava para conquistar os 3 pontos e iniciar o campeonato da melhor maneira, Sporting era derrotado pelo Paços de Ferreira, injustamente, num estádio da Mata Real recheado de Sportinguistas fervorosos, numa enchente de adeptos do clube visitante que o presidente do Paços admitiu ter sido “a melhor da história do Paços de Ferreira”.

Esta época encontra-se já minada, pois a classificação inicia-se adulterada. Há algumas épocas, sabemo-lo, o Sporting ficou a um miserável ponto de distância do Porto, num campeonato que nos foi surripiado devido a uma mão de um jogador adversário. O árbitro dessa partida não viu o lance. O Sporting, na altura empenhadamente na luta pelo título, perdeu o jogo. Ilegalmente!

Todos os pontos são importantes, mais ainda os que se conquistam em jogos que o Sporting deve obrigatoriamente vencer: em casa, frente a adversários manifestamente inferiores. Nesta partida, mesmo reconhecendo que o onze-inicial continha dois jogadores banais em produção (Djálo e Postiga) e um deslocado tacticamente (André Santos), o Sporting criou suficientes oportunidades para derrotar o adversário. Não só as criou, como as efectivou, mas o bando corrupto tratou, porque assim lhes incumbiram de o fazer acontecer, de a eliminar.

O Sporting Clube de Portugal defronta três terríveis, corruptos adversários, e estes operam numa espécie de Trio da Vergonha: APAF-Benfica-Porto. Cada um simboliza a face negra do futebol português, há anos viciado nos bastidores.

A tarefa, a de posicionar o clube no primeiro lugar da classificação do campeonato, afigura-se complicada, como um caminhar numa daquelas pontes muito finas e velhas, mas o Sportinguista não deve nem pode desistir. Em Aveiro, para a próxima jornada, marquemos presença: cachecol verde-e-branco, bandeiras, vozes prontas a gritar o nome do Maior. Não podemos desistir. O Sporting, atacado por quem que lhe quer mal, precisa de um Sportinguista disposto a dar a cara, o corpo pelo clube. Se se der por derrotado, se pensar que o Sporting não irá conseguir lutar consistentemente pelo título, o Sportinguista concede a outros o que estes desejam e lutam por fazer ocorrer: eliminar-nos, tornar menor a nossa, para sempre assim será definida, gigantesca grandeza, passe a redundância.

Aos directores do Sporting, principalmente à figura Luís Duque, ele um conhecedor dos meandros rascos deste futebol, exige-se força e persistência. A arbitragem é inimiga do Sporting, é uma rival do Sporting, a sua maldade e tendência para manipular são tão presentes no campeonato quanto um clube qualquer, e é com estas definições no bloco de notas que o Sporting deve actuar.

Mais momentos destes, de uma arbitragem que teima em deixar em campo um pouco do seu vómito de apito, acontecerão, infelizmente.

Em frente, Sporting Clube de Portugal! Contra tudo e contra todos: nunca se ponderou que esta famosa frase fosse tão real!

3 de julho de 2011

Notícia grave!

A ser verdade o que o Correio da Manhã noticia hoje, o facto de o Futebol Clube do Porto ter informadores no Sporting, tendo este já sido expurgado pela administração de Godinho Lopes, a SAD deveria actuar de maneira diferente – afastar meramente é uma decisão interessante mas limitada em termos de consequências e, para mim definitivamente supremo, de mensagem. A Sporting, SAD. deve expor publicamente o sujeito que informava outro clube, ainda por cima outra empresa cotada em bolsa, além de dar seguimento a procedimentos legais convenientes: género de insider trading ou, mais comum, espionagem industrial. A CMVM certamente perceberá o que aqui refiro.

Além destes processos comuns e previstos na lei, também as instituições do futebol poderão ter alguma forma de castigo disponível.

De forma simples: um funcionário de uma empresa cotada em bolsa informava outra empresa cotada em bolsa dos movimentos da primeira. Isto é grave. É crime.

O modos operandi do Porto, e embora o Benfica seja referido nesta notícia como vítima, um estatuto que raramente lhes é imputado, pelo menos no que diz respeito à verdade, porque também Vieira já foi escutado a opinar muito eloquentemente sobre determinados rostos da arbitragem, à boa moda de self-service, é este: saber o que se passa no interior dos adversários. É uma estratégia interessante e que funciona: conhecer a concorrência permite delinear e estabelecer a estratégia mais conveniente.

Rumores sempre existiram sobre aspectos ligados a informadores, não só para clubes como também para a imprensa, sendo que estes últimos proliferam no Sporting há demasiado tempo, um sinal a dar é de nuclear importância: no Sporting não existem bufos, e será sempre o Sporting a divulgar o que lhe apetecer, quando apetecer, como apetecer.

Retirado dos regulamentos disponibilizados no site da Comissão do Mercado dos Valores Imobiliários:

TÍTULO VIII

Crimes e ilícitos de mera ordenação social

CAPÍTULO I

Crimes

SECÇÃO I

Crimes contra o mercado

Artigo 378.º[1]

Abuso de informação

[…]

3 - Entende-se por informação privilegiada toda a informação não tornada pública que, sendo precisa e dizendo respeito, directa ou indirectamente, a qualquer emitente ou a valores mobiliários ou outros instrumentos financeiros, seria idónea, se lhe fosse dada publicidade, para influenciar de maneira sensível o seu preço no mercado.

26 de maio de 2011

Polícia Judiciária…

…encontra-se a investigar uma determinada transferência do Sport Lisboa e Benfica. Nada de novo, no fundo, mas deixo para vós uma questão: só essa transferência?

1 de maio de 2011

Pinto da Costa sabe muito bem utilizar o capital humano “disperso” por outros lados de Portugal…

…como António Salvador, sócio do Porto e, de acordo com ilustres associados do clube da fruta, frequente presença nas festas do clube em questão.

Braga, o clube que nem através de borlas e portas abertas consegue encher o estádio.

Salvador, presidente de um clube que é um resíduo insignificante quando comparado, já por si um exercício fútil e idiótico, ao Sporting Clube de Portugal, encontra-se numa missão comunicacional que visa desculpabilizá-lo da futura perda do seu treinador, Domingos, para o Sporting.

Uma espécie de David contra Golias versão desportiva. Nesta história, contudo, David não derrota Golias. É trucidado. Espezinhado.

Normal, no fundo.