Godinho Lopes é um avião sem sistema de navegação. Com um rosto de medo e rápido a caminhar até à saída, afirmou, acabado de chegar ao aeroporto de Lisboa, que nada iria acontecer ao treinador. No dia a seguir, já protegido pelo afastamento físico de quem o contestava no aeroporto, menosprezou a justa contestação e, tal e qual JEB nos últimos tempos da sua miserável e empobrecedora administração, optou por ofender os “30 adeptos”. Mais um dia passado após a contestação, despede o homem que antes tinha garantido permanecer no lugar, supostamente imune ao mau momento. É isto a Linha Roquete: loucura decisorial e desrespeito pelo Sporting e pelos seus adeptos.
"O Sportinguista, em mais de 100 anos de dita escolha, jamais ousou queimar ou detrair o símbolo e a cor que o identificam. Outros, os tais que clamam superioridade moral e identitária, fizeram-no.", dito por pai de Daniel.
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20 de setembro de 2011

Pergunta do ano (do século?, de sempre?)

Há quantos anos, nós, adeptos, não terminamos uma partida do SCP, seja em futebol ou em futsal ou em andebol, sem as unhas enterradas no sofá, o coração a explodir em batimentos, isto para quem está longe do estádio?

É assim tão complicado controlar uma partida? É preciso, sempre, sofrer um golo, deixar um avançado contrário sozinho na área, fazer faltas desnecessárias?

Por Amor de Deus (Peyroteo), não me queiram enviar para o outro lado antes do tempo!

Acompanho, com atenção, o Sporting desde a época 93/94 e não me lembro de, numa deslocação a um campo muito complicado, ver o Sporting marcar dois golos em menos de 4 minutos. Ora bem, nem em campo difícil nem em campo fácil. Nunca vi, é simples. Depois dos dois golos, e o marcado por Ricky mereceu maior congratulação da minha parte (o rapaz transpira felicidade e profissionalismo!!!), senti a urgente necessidade de me sentar – em casa, no dormitório ou no estádio, vejo o jogo em pé - e confrontar a realidade – um telefonema muito rápido para o meu pai; estava impedido, pois ele tinha decidido fazer o mesmo:

- Estamos a ganhar dois a zero, pai! – disse eu, – E o Ricky marcou mais um! – continuei.

Com uma vitória importante como aquela alcançada na segunda-feira, a semana de todos nós começa melhor, muito melhor! Como o Sporting nos é muito importante! É bom, digamo-lo sem receios e com imenso orgulho, ser do Sporting!

Regresso a Portugal este fim de semana para marcar presença no jogo referente ao campeonato nacional de futebol e também para marcar presença na terceira jornada do campeonato nacional de futsal, um jogo que colocará o bi-campeão nacional frente ao bi-derrotado das finais transactas!

Força Sporting!

18 de junho de 2011

x 2

A vitória, igual à época passada, sorriu àquele que melhor jogou, sorriu ao melhor clube de Portugal, o Sporting.

Sporting Clube de Portugal é isto: pavilhão cheio, ambiente único, jogadores com alma e vontade de vencer, arbitragem manhosa, humildade, sacrifício, esforço, dedicação, devoção e glória!

Além das naturais e bem-vindas celebrações do título, surge-se-nos um problema que recebemos com o maior agrado possível, que diz respeito ao nosso museu, o Mundo Sporting. Pergunto: já de si uma obra de inqualificável dimensão, haverá espaço para tanto troféu?

Para o ano, novamente com todos Sportinguistas juntos, festejaremos o título de uma modalidade também ela muito importante, o futebol de 11 e a equipa principal do clube.

Sporting Clube de Portugal, o único, o grande, o mágico, o maior, vencedor do campeonato nacional, Taça de Portugal e Supertaça, edições 2010/2011.

Às 17 horas

A esperança é verde e não há quem lhe resista,
nunca se perde quando se é Sportinguista
Agora todos a gritar a uma voz,
SPORTING, SPORTING, o SPORTING SOMOS NÓS!

Às 17 horas começa um jogo de suprema importância para o nosso clube, para o seu vitorioso palmarés. Façamos o nosso dever: cantar em prol do Sporting Clube de Portugal, o MAIOR!

12 de junho de 2011

Futsal…

…vencemos novamente. Nada de novo, portanto. Para a semana selaremos o bi-campeonato. Acho que esta vitória, tão normal que é, além de profundamente justa, nem merece grande festividade. Foi normal, ponto final. Ganhou o melhor, o Sporting Clube de Portugal.

Sem portistas, sem árbitros amigos, sem truques ou esquemas mafiosos, sem agressões. Com mérito!

Aconselho-vos a visionarem a imagem de título da notícia do jornal A Bola, jornal não-oficial do clube situado perto do Centro Comercial Colombo, alusiva ao jogo de hoje. Sim, aquele que terminou 4-2 para o Sporting, claro.

Aproveito para disponibilizar o momento do jogo, num vídeo que descobri no Fórum SCP e disponibilizado por um dos seus muitos elementos participantes (atenção que os primeiros segundos do mesmo exigem da vossa parte alguma capacidade de controlo estomacal):

“Atennnnçãooooo… é o golo!”

Todos presentes em Loures! No próximo Sábado é obrigatória a participação efusiva de todos os Sportinguistas que se deslocarem ao pavilhão de Loures. São minutos preciosos em que nos devemos fazer ouvir a todos os momentos do jogo. Sempre primámos pela nossa muito especial forma de apoiar o clube, criando radiantes e infernais ambientes sempre que o nosso Sporting joga. Façamos questão de repetir esse registo no Sábado, pois aí, se o fizermos, se cumprirmos aquilo que o nosso Sportinguismo nos exige, festejaremos mais um título. Um título justo, natural.

11 de junho de 2011

Salva de palmas para o Maior, João Benedito!

São muito poucos, se é que realmente acontece, os clubes que se podem orgulhar de ter nas suas fileiras uma lenda viva, um símbolo do clube.

No Sporting Clube de Portugal, João Benedito, ainda em actividade, para gáudio de todos, é de facto uma lenda viva do Sporting Clube de Portugal. Sente o Sporting como os mais puristas defensores do clube, e essa alma faz-se sentir em campo: o homem defende todas as bolas, incentiva os seus companheiros, defende o símbolo em campo, etc.

Após nomes fantásticos como Joaquim Agostinho (ciclismo), Manuel Brito (andebol), António Livramento (hóquei em patins), todos eles os melhores portugueses de sempre na sua respectiva modalidade, o Sporting Clube de Portugal pode-se felicitar por ter numa das suas várias modalidades um Leão como Benedito. Autêntico. Genuíno. Uma prova viva de confiança, de qualidade, de Sportinguismo. Um jogador e um homem que nos faz enfrentar qualquer adversário com (ainda) mais confiança!

Quantos são os clubes que podem admitir ter um “João Benedito” a jogar por eles? Poucos!

Sobre o jogo, bem, a emoção que durante a partida predominou fala por si mesma. Uma vitória arrancada dos escombros da corrupção do futsal português, com o adversário a agraciar o jogo com simulações constantes e agressões cobardes, uma massa associativa composta por badamecos e vândalos, um treinador que, após anos a fazer frente à falta de seriedade da arbitragem, agora se esqueceu do seu passado humilde e agora abraça um presente vergonhoso, numa instituição miserável e corrupta desde os alicerces. No seu rol de jogadores prefiguram dos mais nojentos “profissionais” que alguma vez jogaram em campos portugueses, alguns deles formados inclusive na casa verde-e-branca, vis sujeitos sem qualquer profissionalismo ou hombridade, jogadores que à primeira ocasião possível tentam agredir dissimuladamente companheiros de equipa e, nalguns casos, de selecção nacional, sempre com a conivência da arbitragem, que mascara os lances como se de despiques mais emocionais se tratassem.

Depois da selvajaria de apito que se registou na final da Taça de Portugal, um conjunto inacreditável de decisões desprovidas de lógica regulamentar, um combate espartano entre o nosso Sporting e todos os outros, a arbitragem bem tentou inclinar o jogo de hoje (perdoando agressões constantes, talvez o aspecto mais habitual dos jogadores que vestem a nojenta camisola vermelha), mas não conseguiu.

Amanhã, naturalmente, há mais. Mais uma vitória para o Sporting, claro está, algo que a nós, Sportinguistas, nos soa perfeitamente natural, como o oxigénio que respiramos sem consciência permanente desse acto. A nossa identidade confere-nos, por méritos próprios, superioridade moral a todos os outros. Nesse campeonato, o campeonato dos justos, dos humildes, estamos sozinhos. Somos campeões desde 1906.

Ouçam com atenção os ensinamentos humildes e valiosos do capitão João Benedito, símbolo do nosso clube. Peço desculpa, mas não consigo eliminar a participação de determinadas personagens, mas o aspecto nuclear do vídeo é o Leão Benedito.

Resultado: Sporting Clube de Portugal 7; Arbitragem e máfia vermelha 4;

19 de maio de 2011

Desinfestação em curso…

…menos um porco no nosso adorado e, como refere muito bem o comunicado emitido hoje pelo clube e disponibilizado no site oficial, centenário clube. Mais de 100 anos de vitórias, como é óbvio.

Questiono: não se pode aplicar a mesma medida a todos aqueles que defenderam, desprestigiando o clube e a condição ímpar do Sportinguismo, este badameco vestido de azul?

Saúdo alegremente esta medida! Que os responsáveis pelo departamento de futsal do Sporting, clube campeão nacional e com o palmarés mais vitorioso da modalidade, indivíduos cuja competência é um dado adquirido e por mim bastante tido em conta, saibam punir severamente este jogador, quiçá impedindo-o de jogar por outras equipas e forçando-o a pagar uma indeminização compensatória ao clube.

Por um Sporting…desinfestado!

18 de maio de 2011

Cardinal, ouve esta bela e frontal música da minha conterrânea Lily Allen

Cardinal, a personificação dos Sportinguistas de treta

Cardinal, novamente, decidiu faltar ao respeito ao clube, a parte mais pertinente desta equação comportamental, e aos adeptos, não os que o apoiam incondicionalmente, mas os que têm o Sporting Clube de Portugal como único interesse e amor.

8 de maio de 2011

Eles bem tentaram; a máfia bem tentou oferecer o título ao adversário…

… mas o Sporting Clube de Portugal, naturalmente, é o vencedor da Taça de Portugal de futsal.

A arbitragem bem tentou. Um repertório único de vantagens concedidas ao adversário: expulsões perdoadas, duas vezes, livres por assinalar, golos ilegais…

No entanto, e da forma mais justa possível, o Sporting conseguiu levar de vencida não o adversário, porque esse já há muito estava dominado e sentenciado à derrota às mãos de um clube imensamente superior, mas a arbitragem, os bastidores, normalmente a componente mais poderosa de qualquer desporto que inclua como praticantes as escórias vermelha e azul, tentou oferecer a taça a um adversário que em momento algum demonstrou ser superior ao Sporting Clube de Portugal.

Grande Sporting! Espectacular presença de adeptos Sportinguistas em Oliveira de Azeméis, claramente mais audíveis, mais activos, mais espevitados que os bodes do lado contrário, quase sempre em silêncio e apenas a festejar aquilo que o trio nojento lhes oferecia de graça. Grande Orlando Duarte. Grande Benedito. Grande Alex. Grande Leitão. Grande João Matos. Grande Cristiano. Grande Deo. Grande todos.

5 de março de 2011

Curtas[14]–a minha 1ª grande alegria nas modalidades do clube

Obrigatório partilhar este espectacular e vívido vídeo da conquista do campeonato nacional de andebol de 2000/2001. Lindo. Estava lá. Inesquecível. Um momento que, de tão belo e sentimental que foi, definiu para sempre o meu gosto e respeito pelo ecletismo do nosso clube.

Quero este sentimento de volta. Um pavilhão só nosso, uma equipa recheada de talentos e uma massa associativa extremamente orgulhosa.

Deliciem-se com o harmonioso som vindo das bancadas da Nave.

Sporting derrota Porto, na Nave de Alvalade, vencendo o título de Campeão Nacional

José Couceiro

José Couceiro, na última conferência de imprensa em que marcou presença, afirmou que os Sportinguistas, ao assobiarem o Sporting, fazem o jogo do Benfica e do Porto, dessa forma auxiliando o Benfica e o Porto e prejudicando o nosso clube, o que clube que apoiam. Bem, lendo sem qualquer análise prévia, tendo a concordar com ele. Mas não me parece que esta época possa legitimar a argumentação de José Couceiro.

1 de março de 2011

Curtas[9]

Mário Moniz Pereira é, sobretudo, uma lenda viva do nosso clube – um estatuto ao alcance de poucos. Em Portugal, no que concerne a títulos e dedicação a uma instituição desportiva, ninguém se aproxima, ou aproximará, de Moniz Pereira.

Um homem cujo saber e interesse pelas modalidades do clube, nomeadamente o atletismo, providenciou ao nosso museu, de longe o mais completo de Portugal, vários títulos. No entanto, e não pretendo colocar em causa o seu Sportinguismo (tarefa impossível, ingrata e ofensiva), não deixo de notar que Moniz Pereira costuma colocar-se sempre do lado de quem, começando com Roquete, arquitectou um complexo desportivo, agora parcialmente alienado devido a erros de gestão, sem pavilhão para as modalidades.

A era Roquete, em termos de interesse pelo pergaminho fundamental do clube que é o ecletismo, teve o seu expoente máximo na figura de Filipe Soares Franco, o presidente que, de forma incrivelmente anti-Sportinguista (gosto pelas modalidades é uma característica básica do ADN Sportinguista), admitiu que só sofria pelo futebol e que, numa assembleia geral, admitiu que a “maioria dos Sportinguistas desconhece as modalidades praticadas no clube”. A reacção na sala foi de estupefacção.

14 de novembro de 2010

Vitória normal no derby em Andebol

Bem, perante um público maioritariamente composto por homens sem classe e mulheres algo esteticamente nefastas à vista do comum homem, o Sporting venceu, nada de anormal, o seu rival, o Benfica.

Estamos perante uma equipa de andebol do Sporting completamente diferente: novas rotinas de jogo, mais eficazes e simples, acima de tudo.

O público Sportinguista presente num pavilhão feio e mal composto, como sempre, chegou tarde ao encontro, ou seja, nada de novo. Pode ser que o Sporting, quando tiver o seu próprio pavilhão, faça o mesmo aos carneiros benfiquistas. Ah, e uma palavra para o imbecil jogador Carlos Carneiro, que espumava da boca como se não houvesse amanhã, vociferando vulgarismos típicos de quem veste aquela vergonhosa camisola. Nada de novo, portanto. Jogador ou adepto benfiquista que não se compromete com tais comportamentos não é digno de se considerar benfiquista.

Hugo Figueira, o melhor guarda-redes português, que jogador! Uma exibição perfeitamente eficaz. João Pinto, classe e humildade. Pedro Solha, qualidade e eficácia. Ricardo Dias, profissionalismo e competência. Branislav Prokrajac, técnico conceituado e um extraordinário líder de homens.

E, de forma pouco comum, um elogio à equipa de arbitragem. Excelente arbitragem, a castigar, quando necessário, o mau perder da equipa benfiquista, mais preocupada em agredir jogadores da melhor equipa, o Sporting, e em exclamar obscenidades.

Concluindo, uma vitória perfeitamente normal, nada de novo, normalíssimo. Venceu a melhor equipa, o melhor clube, o melhor palmarés, o melhor histórico, os melhores adeptos, a melhor postura no desporto. Dito isto, de certo concordarão que a vitória é justa e normal. Aliás, acho que nem é descabido referir algum descontentamento com os números algo curtos do resultado.

SPORTING, SEMPRE